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- Feito pra mim, bom pra você.
Deixa mudar e confundir! -
Deixa de lado o que se diz.
Tem no mercado, é só pedir!… – Me faz chorar… e é feito pra rir.
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Tô numa fase tão boa…Como se eu fosse rádio, acho que encontrei minha frequencia.
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…E se for pra me fazer bem, acho válido e não vejo problemas.
Sei lá…
Estive pensando e acho que a vida a gente morre
e não faz diferença nenhuma: com quantos transamos, quantos beijamos, quantas drogas a gente usou, quantas lágrimas derramou; Porque quando acabar… acaba. E acaba pra sempre.
Este é o principio cientifico, lógico. Mas como é ele que predomina, é nele que estou me baseando.
Eu acho que o que IMPORTA mesmo é fazer com que esses tais dias de vida …sejam bons.
Todos, e não só os finais de semana.
E sendo assim, que seja bom da maneira que for BOA pra vc.
Afinal de contas, é verdade que aquela historia de que o que é bom pra mim pode não ser bom pra vc e vice versa.
Não fique moralizando demais o que é bom pra vc.. Pq não importa o que seja:
Se for passar o dia jogando CS (games)
ou vendo Lost (seriados)
ou transando
ou fumando maconha, usando qualquer tipo de droga…
ou na praia
ou no centro espírita (religiões, enfim)
ou vendo pornografias
ou bebendo
ou…….. Bem… O QUE IMPORTA É QUE SEJA O QUE É BOM PRA VC.
Mesmo q não seja bom pra mais ninguém.
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“A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana”.
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Não falo de voz. Pq voz, anulou-se; apenas silêncio. Pelo menos de domingo até meados da sexta. É tantos dias grudados de pura monotonia e multiobrigações… Uh!
Falo de fogo. Mas nestes tais dias, a temperatura baixa e branda faz parecer que não vai chegar a lugar nenhum. Não cozinha nem queima.
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Eu já vi a foto da florzinha, já li o capítulo todo sobre a florzinha, já copiei o que a professora escreveu no quadro e fiz os exercícios da florzinha. Agora podemos ir pro pátio ver a florzinha? Tocar na florzinha? Cheirar a florzinha?
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Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
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Sinto, logo me preocupo.
Não gosto dessa melodia de não-sei-o-que-estamos-fazendo… porque o lado B desse disco é “conta e risco sua”. Não gosto desse medo todo que me provoca, dessa insegurança, desse frio na espinha, dessas incertezas, desse mistério todo… Não gosto desse ima nos meus olhos que acompanha suas linhas, como se ajeita, como se move… e também como fala e o que não fala. Não gosto das múltiplas admirações que me provoca, quanto à carne, os olhos, o sorriso e a alma… Não gosto de me roubar o controle, de subir e não sair… e medir força, impor o que quer, passar por cima das minhas falsas negativas. Não gosto que saiba que as negativas são falsas. Não gosto que me domine! Detesto! Detesto quando inibe a minha racionalidade, de quando me deixa exposta à pele da carne e à pele da emoção. Não gosto que grite comigo, que use contra mim meus próprios verbos, que use contra mim todo conhecimento que tem de como me arrastar pra dentro de nós dois. Não gosto do silêncio oportuno, do desaparecimento conveniente, das pequenas doses de sentimento.
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Não quero ser uma dessas almas que desacredita e desiste porque deu errado. Tampouco das que investem mil vezes no mesmo fracasso idealizando a sua glória.
Tenho sido assim. Desde os dezoito.
Mas recuso-me a prosseguir com este caráter patético, que é como eu defino os “coitadinhos”.
É, é.
Não é… NÃO É!
E que seja o que é.
E adeus auto conformidade… Tô boa pra vc não.
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“I crave your mouth, your voice, your hair. Silent and starving, I prowl through the streets. Bread does not nourish me, dawn disrupts me, all day I hunt for the liquid measure of your steps. I hunger for your sleek laugh, your hands the color of a savage harvest, I hunger for the pale stones of your fingernails, I want to eat your skin like a whole almond. I want to eat the sunbeam flaring in your lovely body, the sovereign nose of your arrogant face, I want to eat the fleeting shade of your lashes, and I pace around hungry, sniffing the twilight, hunting for you, for your hot heart, Like a puma in the barrens of Quitratue.


